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15 fevereiro 2010

ENCONTRO PARA A NOVA CONSCIÊNCIA: UMA REFLEXÃO NECESSÁRIA

Há 19 anos, Campina Grande passsava a atuar na contra-mão dos demais centros do país,onde as festividades de momo imperam no período carnavalesco, passando a promover durante cinco dias um encontro voltado a reflexão do papel do homem e da sociedade na construção de uma cultura de tolerância e paz,nasdcia assim o Encontro Para a Nova Consciência, que tevesua primeira edição no ano de 1991 e personalidades renomadas em todo o país na sua organização como o produtor Luiz Fernando Vanucci, o diretor Brawlio Tavares, o então bispo de Campina Grande D. Luiz Gonzaga Fernandes, o pastor presbiteriano Niemias Marihein, o aépoca prefeito municipal Cássio Cunha Lima, entre outros.
Desde então, o encontro tornou-se referência nacional e internacional, por repercurtir temas ligados as dimensões espirituais, políticas, econômicas, filosóficas, sociais e de integração humanitária, voltado a pensar o homem como instrumento de transformação da realidade sociológica atual. Porém, nos últimos anops, oencontro tem perdido espaço e foco, visto a disseminação de outros encontros paralelos como o Consciência Cristã, da comunidade evangélica, que nasceu para fazer frente a proposta central da nova conciência, o ecumenismo. Outro evento que colaborou para esse cenário foi o Crescer, da Renovação Carismática Católica, que desviou o público católico para participar de suas atividades promovidas no Clube Campestre.
O esvaziamento da Nova Consciência é preocupante, posto que a idéia da promoção do pensamento holístico e ecumênico acaba perdendo seu espaço para a promoção do pensamento conservador das religiões trradicionais, algo que não repercute nenhuma novidade e muito menos transformações de ordem comportamental nos individuos que participam desses eventos, já que cada instituição religiosa defenderá suas próprias filosofias e tentará difundir seus dógmas como verdades absolutas e infalíveis, o que na visão da N. C. é algo que precisa ser repensado na atual conjuntura porque passa a sociedade planetária, que prescinde de debater os problemas de ordem extrema como a intolerância no Médio Oriente, a fome na Àfrica, a miséria no mundo, a problemática ambiental-foco do evento neste ano- entre outros pontos relevantes e pouco observados em encontros de cunho eminentemente espirituais como os que hoje imperam em Campina Grande no período carnavalesco.
A prefeitura municipal tem se afastado ano-após-ano dos organizadores do evento, como se este fosse uma promoção não da cidade,mas sim,dos seus idealizadores, como o ex-prefeito Cássio Cunha Lima, adversário de primeira hora do atual prefeito Veneziano Vital do Rêgo. Se faz necessário que os políticos campinenses e paraibanos como um todo desçam do palanque e vejam nossa cidade e estado como algo macro, de interesse coletivo e distante dos interesses individuais dos grupos políticos que tem se alternado no poder ao longo dos últimos anos e prejudicado sobre maneira as condições socioestruturais de nosso povo e de nossa terra, sob pena de que eventos tão significativos como a Nova Consciência pereçam por falta de incentivo e atênção dos gestores públicos locais.

14 fevereiro 2010

SERRA E DILMA CORREM O BRASIL NO CARNAVAL

A corrida presidencial tem tornado a agenda dos principais pré-candidatos ao planalto bastante intensa, com visitas as principais festas carnavalescas do país. Entreas cidades visitadas por Dilma, Serra e Ciro estão Recife, Salvador e Rio de Janeiro.
A idéia é de estreitar o contato com o povo na rua, criar um clima de empatia com o eleitorado que participa do carnaval 2010 por todo o Brasil. A estratégia é antiga, mas ainda surte efeito, pois aproxima políticos e eleitores, criando umclima de ligação estreita com os candidatos, o que com Dilma e Serra não poderia ser diferente, visto que ambos disputam pau-a-pau as intenções de voto no país.