A morte trágica e inesperada da professora e amiga Gilmara Costa, no último sábado, 20 de junho, em Campina grande, vítima da crueldade e corvadia de quatro bandidos que atingiram-na mortalmente com dois tiros, sem que ela apontasse nenhum sinal de reação ao assalto, aliás, algo que aterroriza nossa cidade e, por que não dizer, todo nosso Estado há vários meses, remeteu-me a uma tenra e dura certeza; a de que estamos efetivamente abandonados e entregues a própria sorte no que se refere a segurança pública. Além de não garantir a preservação da integridade física do indivíduo enquanto vivo, a mínima dignidade é negada ao cidadão quando um infortúnio de tão elevada gravidade é vislumbrado; faltam legistas, o atendimento às famílias é péssimo e desrespeitoso com quem acabou de perder um ente querido. O sistema investigativo é pouco operante, repito, os mecanismos de investigação no Estado da Paraíba são pouco operantes, visto que o assassinato da professora Gilmara se deu na madrugada do sábado para o domingo e, ainda na terça-feira, nem um procedimento investigativo havia sido posto em ação, por parte da polícia civil, para se colocar no encalço dos bandidos que vitimaram mortal e covardemente uma jovem de 29 anos de idade e que se encontrava no melhor momento e sua carreira profissional.
O crime do qual Gilmara foi vítima não pode ficar no baú do esquecimento, a polícia envidar esforços na tentativa de solucionar tal ação, caso contrário, iremos aos organismos de imprensa reclamar nossos direitos, para que esse e outros casos não sejam sepultados em vala comum, mas, elucidados e apresentados à sociedade para que possamos recuperar a confiança, ora perdida, nos orgãos de segurança de nosso Estado.
O crime do qual Gilmara foi vítima não pode ficar no baú do esquecimento, a polícia envidar esforços na tentativa de solucionar tal ação, caso contrário, iremos aos organismos de imprensa reclamar nossos direitos, para que esse e outros casos não sejam sepultados em vala comum, mas, elucidados e apresentados à sociedade para que possamos recuperar a confiança, ora perdida, nos orgãos de segurança de nosso Estado.