" Um pastor dá a vida por seu rebanho e não coloca jamais em risco uma única vida de seu rebanho." Com essas palavras, Dom Manuel Pereira da Costa, terceiro bispo de Campina Grande respondeu ao Governador da Paraíba João Agripino Filho quando este quis colocar um segurança permanente ao seu dispor, dadas as ameaças que vinha sofrendo do esquadrão da morte que operava em Campina Grande no auge da ditadura militar. Desse período, redundaram sérios problemas de saúde para Dom manuel, que teve de renunciar ao episcopado campinense em 22 de maio de 1981, deixando vacante a cátedra episcopal até 23 de setembro daquele mesmo ano, quando foi nomeado bispo de Campina Grande o então bispo auxiliar de Vitória (ES), Dom Luíz Gonzaga Fernandes, que exerceu o seu episcopado de 1981 à 2001.Dom Manuel deixou profundas marcas na igreja diocesana de Campina Grande, como a implementação dos novos procederes do Concílio Ecumênico Vaticano II, bem como a criação da pastoral dos direitos humanos, tendo lutado intensamente por programas de inclusão social, foi Dom Manuel que adquiriu para a diocese de Campina Grande a rádio Caturité e acrescentou a programação daquele veículo de comunicação programas ainda hoje muito ouvidos como o "bom dia irmãos e a missa no lar"
Dom Manuel nasceu em Pocinhos em 12 de setembro de 1915 e faleceu em João Pessoa em 26 de julho de 2006, aos 90 anos, e seus restos mortais foram sepultados na manhã deste domingo (06/12/2009), na Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Conceição, em missa solene constante da programação dos 240 anos da igreja campinense.
Dom Manuel nasceu em Pocinhos em 12 de setembro de 1915 e faleceu em João Pessoa em 26 de julho de 2006, aos 90 anos, e seus restos mortais foram sepultados na manhã deste domingo (06/12/2009), na Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Conceição, em missa solene constante da programação dos 240 anos da igreja campinense.